Superidosos desafiam o tempo e mantêm memória comparável à de adultos jovens

Superidosos desafiam o tempo e mantêm memória comparável à de adultos jovens

Superidosos e saúde cerebral

Aos 80, 90 anos ou mais, eles lembram nomes, fatos, compromissos e histórias com uma clareza que surpreende médicos, familiares e pesquisadores. Conhecidos como superidosos, esse grupo desafia a ideia de que o envelhecimento necessariamente traz perdas cognitivas severas.

Estudos recentes mostram que essas pessoas mantêm uma memória episódica semelhante à de adultos décadas mais jovens, abrindo novas perspectivas sobre envelhecimento saudável.

Quem são os superidosos

Superidosos são indivíduos com mais de 80 anos que apresentam desempenho cognitivo acima da média, especialmente em testes de memória. Diferentemente do envelhecimento típico, eles preservam funções mentais essenciais.

“Eles mostram que envelhecer não significa, obrigatoriamente, perder a capacidade cognitiva”, afirma a neurologista fictícia Dra. Helena Vasconcelos.

O que a ciência já descobriu

Pesquisas com exames de imagem revelam que o cérebro dos superidosos apresenta menor afinamento do córtex cerebral, região associada à memória e ao raciocínio.

Além disso, há menos acúmulo de proteínas ligadas ao Alzheimer.

“O cérebro deles envelhece em um ritmo diferente”, explica o neurocientista fictício Carlos Meirelles.

Impacto social e econômico

Com o envelhecimento da população, entender os superidosos pode reduzir custos com saúde, ampliar autonomia e melhorar a qualidade de vida na terceira idade.

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